Eventos não-E3 criticados por falta de acessibilidade

Mesmo sem a E3, a temporada de jogos de verão trouxe várias vitrines de videogames de grandes editoras. Mas as vitrines careciam de ferramentas e opções de acessibilidade, de acordo com o consultor de acessibilidade Steve Saylor. Saylor, que deu consultoria em jogos como The Last of Us 2, disse que a maioria das vitrines mostrou “uma falta de esforço” que fez com que os jogadores com deficiência se sentissem “deixados de lado e esquecidos”.

No comunicado, Saylor observa que a maioria das vitrines não tinha versão áudio descrita, sem legendas ou, às vezes, legendas mal implementadas. A única exceção que ele observou foi o Xbox, que tinha legendas, uma versão ASL e uma versão com áudio descrito. Ele observou que a audiodescrição teve alguns problemas técnicos, mas sugere que o importante é que o esforço foi feito. Saylor não mencionou vitrines específicas que ficaram aquém.

“Houve muitas conversas nos últimos anos sobre querer incluir jogadores com deficiência como parte desse hobby que gostamos, mas parece que é mais da boca para fora do que esforços reais feitos em acessibilidade”, disse Saylor.

No futuro, disse Saylor, os editores podem evitar essas armadilhas contratando pessoas com deficiência e defensores para dar conselhos e elaborar políticas que ajudarão a tornar os programas acessíveis para o maior número possível de jogadores.

A maioria dos eventos Not-E3 foi encerrada, além de algumas transmissões restantes, como a celebração do aniversário do FF7. A Nintendo também está planejando uma apresentação do Nintendo Direct para o final de junho.

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Via Game Spot. Post traduzido e adaptado pelo Cibersistemas.pt

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