Engenheiro obtém Ray Tracing para trabalhar no SNES



Existem muitos engenheiros por aí que resolvem problemas que a grande maioria das pessoas nem consegue compreender adequadamente, e existem outros que se esforçam para encontrar problemas dos quais a maioria de nós nem mesmo tem consciência. Um engenheiro de software e desenvolvedor de jogos chamado Ben Carter descobriu uma maneira de fazer o rastreamento de raios funcionar em um SNES, e os resultados são incríveis.

Como qualquer fã hardcore de SNES sabe, vários dos jogos mais populares do console dependiam de um chipset incluído como parte do próprio cartucho para ajudar o SNES a atingir certos objetivos tecnológicos. O exemplo mais conhecido disso é o chip Super FX que alimentou o Star Fox original. Carter projetou um chip nesse molde que ele chama de SuperRT que permite ao SNES realizar o traçado de raios.

O vídeo de Carter mostra do que o SuperRT é capaz e inclui todos os detalhes minuciosos de como ele fez funcionar. Essencialmente, no entanto, ele funciona com o mesmo princípio do chip Super FX: o SuperRT constrói a cena e a alimenta para o processador do SNES em uma linguagem que ele possa entender. O ninho de cabos mostrado no vídeo não se deve a nenhuma magia técnica particular da parte de Carter; a maioria deles são cabos de deslocamento de nível que permitem que a placa de array de portas programáveis ​​em campo do SuperRT e o SNES funcionem na mesma tensão.

Quanto a saber se isso teria sido possível ou não durante a vida útil do SNES, Carter diz que teria sido possível, mas muito caro para usar em um jogo de remessa. Ainda assim, como prova de conceito, é muito impressionante.

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